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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Piciformes
Família: Picidae
 Leach, 1820
Subfamília: Picinae
 Leach, 1820
Espécie: P. aurulentus

Nome Científico

Piculus aurulentus
(Temminck, 1821)

Nome em Inglês

White-browed Woodpecker


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Quase Ameaçada

Fotos Sons

Pica-pau-dourado

O pica-pau-dourado é uma ave piciforme da família Picidae.

Emite um grito fortíssimo e agudo ou tamborila por minutos, seguidos em grandes troncos secos e ocos no interior sombrio das matas.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (latim) piculus = diminutivo de picus = pequeno pica-pau; e do (latim) aurulentus = da cor do ouro, dourado. ⇒ Pequeno pica-pau da cor do ouro ou pequeno pica-pau dourado.

Características

Mede entre 21 e 22 centímetros de comprimento e pesa entre 22 e 68 gramas. O macho tem a testa vermelha brilhante até a nuca com borda de oliva muito fino, estreita faixa pós-ocular branco-amarelada que termina na nuca. Apresenta os lados da cabeça oliváceos atravessados por duas faixas amarelas horizontais, garganta amarela, faixa malar vermelha. Peito e ventre são verde-oliva barrados de branco. O crisso é escuro com intenso barrado branco. Manto e coberteiras das asas verde-oliva. Rêmiges escuras barradas de castanho. Cauda enegrecida.
A fêmea apresenta a coroa verde-oliva da mesma cor do manto, podendo apresentar uma mancha vermelha na parte posterior da coroa, próximo da nuca.
Os jovens apresentam a plumagem bastante parecida com a plumagem da fêmea da espécie, entretanto as cores são mais apagadas e sem os vermelhos intensos característicos na coroa e faixa malar.
A manifestação sonora desta espécie é uma sequência plangente e descendente “iu, iu, iu”.

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).

Alimentação

Alimenta-se de larvas de insetos, escondidos sob a madeira.

Reprodução

Há diferentes cerimônias do casal e entre rivais.

Hábitos

Habita o interior e as bordas da Mata Atlântica montana (de 750 a 2000m de altitude), com sub-bosque tomado por soqueiras de bambus; nas matas subtropicais no Sul. Também frequenta matas mesófilas, matas ciliares e matas de araucárias. Vive sozinho ou aos pares, acompanhando bandos mistos pelo sub-bosque e estrato médio de áreas serranas florestadas do Sudeste e Sul do Brasil. Suja a plumagem, principalmente quando encosta na terra e no capim. Dorme e abriga-se da chuva pesada em ocos de árvores.

Distribuição Geográfica

Regiões serranas do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, até o Rio Grande do Sul, podendo ser encontrado na Argentina e Paraguai. Ainda é possível encontrar esta espécie nos remanescentes de florestas mais longe de sua área de ocorrência atual, pois antes, quando a Mata Atlântica era mais extensa, sua ocorrência original também era.

Referências

Galeria de Fotos